Orientação previdenciária

O INSS não vai
te avisar.

Se um acidente deixou alguma sequela — mesmo que você tenha se adaptado e siga trabalhando normalmente — pode existir um benefício no seu nome que ninguém nunca te explicou. A PreviGuia existe para você entender o que tem em mãos, em português claro, e decidir sozinho o que fazer com isso.

Sem custo · Sem cadastro · Atendimento em todo o Brasil

Retrato de um trabalhador mais velho, de camisa xadrez

O ponto cego

Voltar a trabalhar não apaga o que aconteceu com você.

Essa é, provavelmente, a confusão que mais faz trabalhador brasileiro perder direito. O raciocínio parece lógico: “me recuperei como deu, voltei para o serviço, então não há mais o que discutir”.

Só que existe um benefício desenhado exatamente para o contrário disso. O auxílio-acidente é pago a quem ficou com uma sequela permanente e continuou trabalhando. Ele é indenizatório: entra junto com o salário, não no lugar dele. É pelo que você perdeu, não pelo que você deixou de fazer.

É por isso que tanta gente convive anos com um joelho que trava, um ombro que não levanta, um dedo a menos — e nunca soube que aquilo tinha um nome no INSS.

Isso não quer dizer que todo mundo tem direito. Quer dizer que vale olhar. Cada caso depende da sequela, do vínculo com o INSS na época e da avaliação médica — e é isso que a orientação abaixo ajuda a enxergar.

Orientação em 2 minutos

Vamos olhar o seu caso?

Três perguntas simples. Nada é enviado e nada é salvo — o resultado aparece aqui na sua tela, e só você decide se quer conversar com a gente depois.

  1. Coluna vertebral

    • Hérnia de disco ou dor lombar crônica
    • Dificuldade para levantar peso ou ficar muito tempo em pé
    • Rigidez ao se abaixar, torcer o tronco ou dormir
  2. Ombros e braços

    • Lesão no ombro, tendinite ou rompimento de manguito
    • Não consegue erguer o braço acima da cabeça
    • Perda de força para carregar ou empurrar
  3. Mãos e dedos

    • Amputação ou perda parcial de dedo
    • Movimento limitado, dormência ou formigamento
    • Dificuldade para segurar objetos e fazer trabalho fino
  4. Joelhos e pernas

    • Lesão no joelho, tornozelo, quadril ou fratura mal consolidada
    • Manca, sente dor ao caminhar ou subir escadas
    • Não aguenta ficar muito tempo de pé ou andando
  5. Visão e audição

    • Perda parcial de visão em um ou nos dois olhos
    • Surdez, perda auditiva ou zumbido constante
    • Sequela após acidente de trabalho com ruído ou impacto
  6. Outros traumas

    • Cicatrizes extensas, queimaduras ou deformidades
    • Sequela neurológica após traumatismo craniano
    • Transtornos após acidente grave, como depressão ou ansiedade

Não encontrou a sua situação nesta lista? Ela não é exaustiva — fale com a gente mesmo assim.

O mapa

Os seis caminhos que a gente conhece de cor

O auxílio-acidente é o mais esquecido, mas não é o único. Estes são os benefícios que analisamos — se o seu caso se parece com algum deles, vale conversar.

O mais esquecido

Auxílio-Acidente

Para quem ficou com sequela permanente depois de um acidente — de trabalho, de trânsito ou até doméstico — e voltou a trabalhar. Pago junto com o salário, sem substituí-lo.

Aposentadoria por Invalidez

Quando a incapacidade é total e permanente e não há como se reabilitar em outra função. Hoje o nome oficial é aposentadoria por incapacidade permanente.

BPC/LOAS

Um salário mínimo por mês para pessoas com deficiência ou com mais de 65 anos, em situação de baixa renda. Não exige nunca ter contribuído para o INSS.

Revisão de Benefício

Para quem já recebe algo e desconfia que o valor saiu menor do que deveria. Erro de cálculo e tempo de contribuição não computado são mais comuns do que parece.

Pensão por Morte

Para dependentes de quem faleceu sendo segurado do INSS. Cônjuge, companheiro, filhos e, em algumas situações, os pais.

Auxílio-Doença

Incapacidade temporária: você está afastado por doença ou acidente e precisa de renda enquanto se recupera. Hoje chamado de auxílio por incapacidade temporária.

Sem surpresa

O que acontece depois que você fala com a gente

Nenhuma etapa tem pegadinha. Se em algum momento a resposta for “não há o que fazer aqui”, você vai ouvir isso com todas as letras.

  1. Primeiro, a conversa

    Você conta o que aconteceu, do seu jeito e no seu tempo. Sem formulário, sem juridiquês. É só uma pessoa escutando a sua história inteira.

  2. Aí a gente analisa

    Olhamos se existem indícios de que algum benefício se aplica ao seu caso — e explicamos o porquê, com o nome das coisas. Isso não custa nada e não te compromete com nada.

  3. Se fizer sentido, organizamos a papelada

    Laudos, exames, histórico de trabalho, extrato do CNIS. Sabemos o que o INSS costuma pedir e o que costuma faltar. Você não precisa se perder nisso sozinho.

  4. E aí você segue com o mapa na mão

    Explicamos o caminho do requerimento, os prazos e o que esperar de cada etapa — inclusive quando é hora de procurar um advogado da sua confiança. A decisão é sempre sua, e a gente continua por perto para tirar dúvidas.

Quem somos

Uma bússola, não um atalho

A PreviGuia nasceu de uma constatação chata: o trabalhador brasileiro perde direito porque ninguém explica que ele existe. A informação está toda lá, pública, escrita numa língua que não é a dele.

Nossa missão é resolver essa distância. Fazemos isso com atendimento humano e sem juridiquês — a gente escuta, analisa sem custo e devolve em português claro o que encontrou. O que você faz com isso é decisão sua, e a gente respeita ela mesmo quando é “não”.

  • Atendimento humanizado

    Você fala com gente, não com robô. Sem pressa e sem script.

  • Conhecimento previdenciário

    Benefício do INSS tem regra, prazo e detalhe que mudam tudo. É o que fazemos o dia inteiro.

  • Atuação em todo o Brasil

    Tudo se resolve à distância. Tanto faz se você está em Anápolis ou no interior do Pará.

Somos uma empresa de tecnologia e análise previdenciária. Não somos escritório de advocacia e não prometemos resultado — orientamos você a entender o próprio caso.

Mulher sorrindo, apoiada em uma mesa
Imagem ilustrativa
  • 6benefícios que analisamos a fundo
  • 0de custo para entender o seu caso
  • BRatendimento online em todo o país

Dúvidas frequentes

As perguntas que sempre chegam

Senhora de óculos, sorrindo, olhando para a luz

Vale cinco minutos de conversa.

E se, no fim da conversa, a conclusão for que não há nada a fazer no seu caso, a gente vai te dizer exatamente isso. É de graça de qualquer jeito — você só sai sabendo mais do que entrou.

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